Case de sucesso: uma árvore plantada na Amazônia, para cada óculos da Emporio Armani vendido 322

Uma relação de consumo é composta, obrigatoriamente, por três elementos: o consumidor, o fornecedor e um produto (ou serviço). Contudo, com a maturidade cada vez mais consolidada dos dois primeiros elos no sentido de garantir o futuro do planeta, um quarto fator vem agregando imenso valor a essa conexão: a sustentabilidade.

Isso porque ao mesmo tempo que é crescente o número de clientes que entendem a importância de comprar produtos e serviços que não prejudiquem o meio ambiente, é também relevante o aumento de empresas que vêm adotando uma postura ecologicamente correta.

Não somente para atender aos anseios do público consumidor — e, de quebra, aumentar as vendas. Mas, muitas vezes, porque realmente querem minimizar o impacto ambiental que geram em função de suas operações, como é o caso do Grupo Armani.

Ciente de sua responsabilidade corporativa e buscando difundir uma nova cultura ecológica, há alguns anos a Armani apoia iniciativas sustentáveis realizadas em diferentes lugares do mundo. Totalmente engajada com questões ambientais, financia projetos que vão de ações de reflorestamento à preservação do Ártico, por exemplo, e que visam a principalmente combater as mudanças climáticas.

Coleção de óculos Preserve a Amazônia

Nesse sentido, estabelecendo mais um de seus compromissos verdes, em setembro do ano passado a Empório Armani apresentou uma das suas mais recentes ações de contribuição com o meio ambiente: a coleção de óculos intitulada Preserve Amazônia.

Lançada com exclusividade no Brasil com o fim de homenagear a maior floresta tropical da Terra, a Floresta Amazônica, a linha composta por três modelos (entre óculos de sol e de grau) foi desenvolvida com armações versáteis criadas à base de bio-acetato, um material natural, renovável e biodegradável feito de celulose.

Sem falar no grafismo inspirado na vegetação amazônica que ilustra nas hastes e nos materiais sustentáveis que agrega nas embalagens, confeccionadas com poliéster e papel parcialmente reciclados. Bem como os expositores dos pontos de venda que foram elaborados com papel FSC, 100% reciclável.

E para completar com chave de ouro e evidenciar ainda mais o engajamento do grupo com práticas de moda consciente, a Armani incorporou à coleção Preserve Amazônia uma ação de marketing verde notável, com foco na luta pela preservação da Selva Amazônica. Ou seja, o plantio de árvores nativas no bioma amazônico para contribuir ativamente com a perpetuidade do local.

Corrente do bem como estratégia de marketing verde 

Se voltarmos para o conceito de relação de consumo abordado no início do texto, fica bastante fácil entender o brilhantismo da ação realizada pela Armani na Amazônia. Isso porque o projeto envolveu em uma causa altamente nobre não só a marca e um produto de seu portfólio, mas o consumidor!

É que para cada óculos da coleção Preserve Amazônia vendido em uma das unidades das Óticas Carol, parceira da campanha, uma árvore foi plantada na Floresta Amazônica, de modo que os compradores também tornaram-se responsáveis por preservar a Amazônia.

Em outras palavras, em uma corrente do bem em prol do meio ambiente, a Armani não só exerceu seu papel de garantir a existência de recursos naturais. A grife surpreendeu os clientes e os encantou, pelo simples fato de oferecer um valor ainda maior que o esperado no momento da compra.

Importante destacar, contudo, que essa experiência humanizada e estratégia assertiva de marketing verde só foram possíveis graças a um detalhe bastante peculiar: a combinação de uma entidade do terceiro setor com o uso de tecnologia de ponta.

Rastreabilidade: árvores plantadas podem ser vistas em tempo real

Especialmente criada com a crença de que o futuro de uma das principais coberturas vegetais do mundo depende do plantio de árvores, a linha sustentável de óculos da Emporio Armani foi atrelada a uma doação para a Ecoarts Amazônia. Na qualidade de OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público), a Ecoarts destina parte de seus rendimentos para, entre outras demandas, assegurar a preservação de milhares de hectares da Floresta Amazônica. 

Para a coleção Preserve Amazônia, 2.500 mudas de espécies nativas — algumas delas ameaçadas de extinção — foram plantadas em uma área de preservação permanente (APP) de 5 mil hectares disposta dentro da Amazônia Legal. Mais precisamente situada ao norte do estado do Mato Grosso, na fronteira com o Parque do Xingu.

E o melhor de tudo: a campanha da Armani que apoia o projeto Floresta de Alimentos, de autoria da Ecoarts em parceria com a Embrapa, pode ser conferida em tempo real, por qualquer pessoa, em qualquer lugar do globo terrestre! Isso graças ao uso de uma plataforma mundialmente reconhecida utilizada no projeto de reflorestamento, o Forest Watch.

Desenvolvida para agilizar e conferir precisão, rastreabilidade e auditabilidade a inventários florestais (seja de florestas nativas, florestas urbanas ou agroflorestas), a plataforma utiliza satélites que permitem a geolocalização de cada indivíduo arbóreo. Para tanto, cada muda de árvore é digitalmente identificada com um QR Code que, por sua vez, viabiliza uma infinidade de informações, aplicações e benefícios.

Para saber mais sobre o Forest Watch e todas as vantagens e utilidades oferecidas pela tecnologia, entre em contato pelos canais de comunicação dispostos no site https://anu.bz/. Já para conferir o status do projeto de reflorestamento realizado pela Emporio Armani na Amazônia, clique no link https://sid.anubz.io/emporioarmani/preserve-amazonia.

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