Equilíbrio ambiental: para preservar, é preciso gerenciar (e colaborar)! 344

Solo degradado, águas contaminadas, ar poluído, desequilíbrio ecológico, temperaturas bastante elevadas. Tudo isso – que infelizmente já é comum de se ver – é sinal do cada vez mais evidente desequilíbrio ambiental. Por isso, questões relacionadas ao meio ambiente ganham crescente destaque entre a população e se tornam preocupação constante em instituições privadas e públicas. E não somente do ponto de vista da obrigação legal, mas porque as consequências da degradação ambiental afetam individualmente a vida de cada cidadão.

E não é novidade que a quantidade de árvores nas cidades exerce grande influência sobre a população: além das sombras tão disputadas nos dias mais ensolarados, áreas verdes promovem melhorias no microclima urbano pela redução de temperatura e poluição, favorecem o equilíbrio ambiental e, por fim, o bem-estar e a sensação de qualidade de vida por se viver em uma cidade verde e arborizada.

Mas, para contribuir com a manutenção e o aumento deste bem-estar, ao mesmo tempo em que se cumpre a lei de compensação ambiental, não basta somente fazer o planejamento inicial do plantio. Identificar cada muda plantada é uma ação necessária e fundamental.

Com o auxílio de sistema de identificação digital de árvores, é possível extrair relatórios com resultados mensuráveis, geridos a partir de monitoramento estabelecido por diversas métricas. A partir daí, podem ser criadas diretrizes que favoreçam ações que conduzam os beneficios gerados pelo reflorestamento de forma mais eficiente.

Como funciona?

A Anubz, pioneira do segmento no Brasil, desenvolveu um sistema que faz a identificação digital de árvores por meio de QR Code – código de barras bidimensional –, semelhante aos códigos encontrados em embalagens de produtos industrializados.

As árvores recebem um tag com o QR Code onde estão armazenadas informações como nomenclatura, data de plantio, origem, florescimento, se produz frutos comestíveis ou não, dentre outros dados. Para ter acesso ao conteúdo, basta utilizar qualquer dispositivo digital com leitura QR Code, smartphones ou tablets.

Mais do que uma garantia de transparência e eficiência, a identificação digital traz uma funcionalidade indispensável nesta nossa “Era da Informação”: o sistema é também colaborativo. Por meio dele, a população pode ter um papel ativo durante o processo, tendo a opção de denunciar a falta de manutenção ou plantios indevidos e, com isso, contribuir com o desenvolvimento ecológico das cidades. Pois não basta só plantar, tem que cuidar!

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